sexta-feira, 21 agosto, 2026
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Manifestação contra a violência à mulher acontece neste sábado em Criciúma

Por Alexandra Cavaler

Uma manifestação contra a violência à mulher será realizada neste sábado, 22 de agosto, a partir das 10h, em frente à Casa da Cultura, na Praça Nereu Ramos, em Criciúma. A mobilização é organizada pelo projeto Vida, Voz e Direitos e pretende reunir mulheres e integrantes da comunidade em um ato de conscientização, resistência e defesa dos direitos das mulheres.

Com o lema “Nossa voz é resistência. Se mobilize!”, a manifestação busca chamar a atenção para a necessidade de combater a violência contra a mulher e fortalecer uma rede de apoio, informação e acolhimento.

À frente do projeto, a coordenadora Fabiana Bertier destaca que a iniciativa nasceu justamente com o propósito de oferecer informação e fortalecer mulheres por meio da escuta e do diálogo.

“Somos um projeto criado para acolher, informar e fortalecer mulheres por meio do diálogo, da escuta e do conhecimento. Nosso propósito é construir um espaço seguro onde cada mulher possa reconhecer a própria força, ocupar sua voz e conhecer seus direitos”, afirma Fabiana.

Para a coordenadora, a união é uma ferramenta importante na construção de mudanças. “Porque quando caminhamos juntas, somos mais fortes”, reforça.

Além da manifestação deste sábado, o Vida, Voz e Direitos já tem um novo encontro programado para o dia 28 de agosto, às 19h, no Auditório da Esucri, sob o tema: “negociando direitos e mobilizando capacidades”.

“A proposta é dar continuidade aos momentos de diálogo, aprendizado e fortalecimento, levando informação para que mais mulheres conheçam seus direitos e possam utilizá-los como instrumento de transformação”, enfatiza Fabiana.

 

Agosto Lilás reforça a importância de informar, acolher e denunciar

O Agosto Lilás chama a atenção para a prevenção e o enfrentamento da violência contra a mulher. “A campanha reforça que nenhuma forma de violência deve ser naturalizada ou silenciada e destaca a importância de conhecer os direitos, buscar apoio e denunciar”, ressalta a coordenadora do projeto Vida, Voz e Direitos.

Fabiana também destaca que em situações de violência, a orientação é procurar ajuda e contar com a rede de proteção. “O número 180 oferece atendimento gratuito, com informações, orientação e encaminhamento aos serviços especializados. Além disso, informar é proteger, falar é romper o silêncio e apoiar pode transformar vidas. Combater a violência contra a mulher é responsabilidade de toda a sociedade”.

Você conhece os sinais de alerta?

A violência contra a mulher nem sempre começa com agressões físicas. Muitas vezes, ela surge de forma silenciosa, através do controle, do ciúme excessivo, da manipulação, das humilhações e do isolamento.

“Reconhecer esses sinais é o primeiro passo para quebrar o ciclo da violência e buscar apoio. Informação salva vidas”, pontua Fabiana.

– Controle excessivo;

– Ciúmes exagerados;

– Isolamento (afasta você dos amigos e da família);

– Ameaças;

– Desvalorização constante:

 

Serviços

Manifestação contra a violência à mulher

22 de agosto (sábado)

10h

Em frente à Casa da Cultura – Praça Nereu Ramos

Próximo encontro do Vida, Voz e Direitos

28 de agosto

19h

Auditório da Esucri

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