quinta-feira, 14 maio, 2026
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Eliane e Pietra, um amor de mãe e filha

Sempre que Eliane Magdalena chega em casa do trabalho, Pietra já está a sua espera uivando e abanando o rabinho. A Basset Hound de três anos é a companheira da professora que mora sozinha em Içara. Um companheirismo que envolve muito amor e carinho. “Para termos um animal de estimação, precisamos amá-lo”, destaca.


Eliane é divorciada há alguns anos, mas foi casada por mais de 15. Nesse tempo, ela e o ex-marido optaram por não ter filhos. Tiveram outros animais de estimação. Agora sozinha, a professora diz não ter pensado duas vezes em adotar um animalzinho que fizesse a ela companhia diária.


“Sempre gostei de animais e já tive muitos cachorros. Um deles era o Bill, da raça Cocker, que viveu conosco por 15 anos. Ele acabou tendo câncer, artrose e outras doenças desencadeadas justamente por conta da velhice. Quando morreu, eu sofri muito a perda de meu grande amigo. A minha família para me ajudar a superar essa perda, me presenteou com um machinho da raça Basset Hound, o Pierry”, relata.
Depois de ganhar o Pierry de presente, Eliane resolveu adotar outro cachorro da mesma raça, a Pietra. “Pensei que ter um casal seria interessante, pois fariam companhia um para o outro quando eu não estivesse em casa e seriam meus companheiros, pelo menos, pelos próximos 15 anos”, comenta. Acontece que inesperadamente Pierry, aquele cachorrinho serelepe, brincalhão e feliz, adoeceu. Teve graves complicações no fígado, levando-o a óbito. “Foi muito triste, eu chorava muito e a Pietra também. Tive febre por muitos dias consecutivos, adoeci. Eu me apego demais a esses bichinhos tão amáveis, por isso decidi ficar só com a Pietra”, acrescenta.

O amor pelos cachorros
Eliane conta que o amor pelos animais já vem desde pequena, quando ganhou seu primeiro cão de presente. “O Ativo, um vira-lata da família, tinha a mesma idade que eu e morreu aos dez anos. Ele era meu amiguinho, com quem eu brincava todos os dias. Na minha infância, sempre convivi com muitos cachorros, gatos e outros animais de estimação. Meu pai sempre gostou de animais e passou essa herança para mim. Afinal, na minha família todos têm animal de estimação. Nós os consideramos membros efetivos da família, não vivemos mais sem eles”, assinala.


Eliane Alerta que não basta querer ter um cachorro, é preciso ter consciência de que eles exigem atenção, carinho e cuidados especiais. A Pietra vai ao “petshop” todas as semanas, toma vacinas regularmente e agora segue, a risca, uma dieta para perder peso, já que está obesa. “Temos que trata-los bem, dar banho, alimentar direitinho e, o mais importante, dar muito carinho. Eles precisam disso, precisam estar bem cuidados. Eu faço o possível para que a Pietra se sinta feliz, pois quem optou por adotá-la foi eu, então o mínimo que posso fazer, é oferecer todo o conforto possível e retribuir todo o amor que ela, de graça, me dá todos os dias”, sintetiza.


Para a professora, todas as pessoas deveriam ter a experiência de um dia ter um animal de estimação. “Acho que os seres humanos têm muito que aprender com eles. A Pietra nunca está de mau humor, independente do dia, me recebe com toda a alegria, pula em mim e quer brincar. Não possui máscaras como algumas pessoas da sociedade, é simplesmente o que é, um cão amigo e fiel. Sou muito feliz e acho que ela é sim, a minha grande companheira. E espero que seja por muitos anos!”, finaliza.

 

Especial Jornal Gazeta

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