O advogado de defesa de Mateus Júlio Silva irá alegar que o jovem cometeu o assassinato da estudante Vivan Lais Philippi inebriado de paixão. “Foi crime passional. Ele tinha uma atração por ela, já haviam estudado juntos. Ele não estava sob efeito de drogas, ele estava apaixonado. Está arrependido. Ele confessou porque entende que um período na prisão vai amenizar o sofrimento que ele está sentindo no coração”, argumenta Vicente Machado.
O julgamento do acusado começou na manhã desta terça-feira, dia 15, e movimenta o Fórum da Comarca de Içara. Logo na chegada, a mãe de Vivian já deu o tom do sentimento da família. "Espero que a justiça seja feita. Um alento ao menos. Ainda estamos aprendendo a viver sem ela", relata Anna Luiza Muller Philippi.
Familiares da médica Mirela Maccarini também estiveram no Fórum para prestar solidariedade. “Esperamos que a justiça seja feita. Mas, além disso, queremos é que a sociedade entenda que esse desgoverno de Santa Catarina precisa agir, precisa fazer alguma coisa e não fechar os olhos. O trabalho de investigação da Polícia é exemplar, mas a presença do governo para evitar os crimes é nula”, reclama o tio, Nilson Olivo.
Colaboração: Anderson de Jesus/Rádio Difusora



















