Sistema de iluminação da Via Rápida orçado em R$ 8,5 milhões

A Via Rápida, que liga Criciúma à BR-101 em Içara, inaugurada pelo Governo do Estado em dezembro, receberá obras complementares de iluminação. O governador Eduardo Moreira autorizou a Celesc a iniciar o processo de licitação para a implantação do sistema ao longo dos 11 quilômetros da rodovia estadual, um investimento no valor de R$ 8,5 milhões.

“É um projeto inovador e essa iluminação irá embelezar e tornar mais segura essa importante obra de infraestrutura de Criciúma e de toda a Região Carbonífera. Para completar a obra estamos solicitando que a Celesc faça as adequações necessárias para lançarmos a licitação”, ressalta Moreira.

O protocolo de intenções assinado pelo governador autoriza a Celesc a realizar as obras em troca de valores referentes ao Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

O projeto, a ser executado pelo Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra), consiste na instalação de postes ornamentais que vão dar sustentação às lâmpadas, todos com fiação subterrânea. “Já temos a autorização do Governo do Estado para realizar a obra, só precisamos adequar o projeto na tabela da Celesc, para então lançar a licitação”, explica o diretor de distribuição da distribuidora de energia elétrica, Vitor Lopes Guimarães.

“Vamos fazer todo o esforço para que este projeto possa estar concluído o quanto antes. O nosso trabalho é este: terminar o ano de 2018 com iluminação na Via Rápida. Queremos ver se conseguimos fazer isso”, coloca o superintendente regional do Deinfra, Lourival Pizzollo.
Ao longo de todo o trecho, a Via Rápida conta com 17 viadutos que dão acesso a outras localidades e municípios, com um trajeto que corta a zona rural dos municípios de Criciúma e Içara.

Embora tenha sido liberada para o tráfego há cinco meses, a rodovia ainda não está concluída, pois além da iluminação faltam obras complementares, como ajustes de meio-fio e nas canaletas, entre outros serviços. Sem a finalização, não é possível, por exemplo, repassar a via à responsabilidade da Polícia Militar Rodoviária (PMRv), que executa somente alguns trabalhos de monitoramento, porém, sem uma fiscalização mais efetiva.

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