Sala de aula se transforma em mini mercado

Com o objetivo aprofundar, sistematizar e ampliar o conhecimento sobre o sistema monetário brasileiro, bem como incentivar o calculo e o uso de valores aproximados para resolver situações envolvendo quantias em dinheiro a professora do terceiro ano da Escola Maria Arlete Bitencourt Lodetti, Gislaine Rodrigues, promoveu uma aula diferenciada onde a sala de aula se transformou em um mini mercado. 

Inicialmente foi estabelecido um dialogo sobre o conhecimento e interesse de cada um dos alunos sobre o tema e depois ouve a simulação de um mercado, preparado e montado. Para isso foram utilizadas embalagens vazias, trazidas pelos alunos que se tornaram clientes e funcionários – vendedores e caixa – do estabelecimento montado.

A atividade envolveu, além da turma do terceiro ano, a turminha do primeiro ano da professora Luana Splilere. Para os pequenos, com idade entre seis e sete anos, o objetivo foi o de introduzir o conhecimento do sistema monetário em situação do cotidiano. Trabalhando valores, diferenças de preços, adição e subtração.

“Foi uma experiência muito gostosa, pois todos aprenderam de uma maneira diferente. E o mais importante, unimos as turmas. Percebemos também que as crianças se divertiram carregando a lista de compras e a cestinha para as mercadorias. O comentário deles era de que parecia uma brincadeira em família no mercado”, revelou a professora Gislaine. 

Após as compras eles passavam a mercadoria no caixa e, em seguida, faziam a mesma conta no caderno. “No caderno eles puderam utilizar outros meios para fazerem os cálculos: risquinhos, os dedos e a até a calculadora, que despertou um grande interesse, pois muitos não sabiam utilizá-la”, disse a professora do terceiro ano acrescentando que as embalagens ainda foram aproveitadas em outras aulas para criar diversas situações problemas. 

Segundo a Coordenadora Pedagógica do Ensino Fundamental da secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia do município, Gerusa Bolsoni, a ideia surgiu do curso de formação do programa Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic) que envolve educadores que trabalham com o ciclo alfabetizador do 1º ao 3º ano. A formação para os professores alfabetizadores tem duração de dois anos, 240 horas, baseada no Programa Pró-Letramento, cuja metodologia propõe estudos e atividades práticas. 

“O programa vai apoiar as escolas em diferentes necessidades, desde a elaboração dos planejamentos, até a execução dos mesmos em sala de aula. É importante saber que o curso que iniciou em maio já está rendendo frutos, e com resultados bastante positivos”, assinalou Gerusa Bolsoni, que também responde pela coordenadoria local do Pnaic. 







Colaboração: Imprensa PMI

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