Além do clima não garantir uma boa produção de fumo este ano, as empresas fumageiras têm comprado apenas parte do produto classe C e X, considerados de baixa qualidade. Aliados a classificação cada vez mais rigorosa das indústrias, os produtores enfrentam dificuldades.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Içara, Jair Dstefani, o prejuízo é de pelo menos R$ 2 a cada quilo vendido. "Quem seguir na atividade terá que se qualificar muito, caso contrário o fumo não será mais viável", garante.
Redação Içara News com informações da Rádio Difusora



















