A revisão e preposição do Plano Diretor Participativo (PDP) de Desenvolvimento Territorial do Município de Içara foram debatidas na noite desta quarta-feira, dia 20, no Centro Comunitário de Vila São José. A 3ª reunião regional reuniu moradores de São Rafael, Vila São José,Terceira Linha, Morro Bonito, Ponta do Mato, Boa Vista, Sanga Funda, Lombas Pedreiras, Ausentes,Coqueiros, Campo Mãe Luzia, Poço Oito e Rio dos Anjos. O próximo encontro acontece no dia 9 setembro, em Esplanada.
Durante a reunião, por meio de dinâmica em grupo foi realizada a oficina de leitura comunitária, onde foram elencadas as prioridades para cada bairro. Foram relacionados itens com base nas problemáticas: Quais os problemas de sua região? O que você considera bom e que deve ser mantido? O que pode ser feito para resolver os problemas? Qual o seu sonho de cidade?
Entre as sugestões, foi citada a padronização de calçadas; mais paradas de ônibus; ciclovias; médicos especialistas e construção de área de lazer. Também foram eleitos os delegados que representarão cada região.Região 5: José Luiz Pacheco (Vila São José); Antônio Renoaldo De Bona (Terceira Linha); Fernando Zanolli (Vila São José); Região 6: Edgar Angelino Manoel (Boa Vista); Elédio da Silva (Campo MãeLuzia); Donisete Medeiros de Oliveira (Coqueiros).
O prefeito, Murialdo Canto Gastaldon,ressaltou a importância da revisão do Plano Diretor para a cidade. “Içara passa por um estágio de crescimento além do que se imagina. E tudo indica que irá crescer ainda mais. Por isso a importância da população na elaboração do Plano Diretor Participativo (PDP). Temos que ter políticas e direcionar para aonde a cidade deve crescer e este é o trabalho do Plano Diretor”, esclareceu. “Reforçamos que a participação de toda a população é fundamental para a elaboração do PDP”, assinalou o secretário de Planejamento, Eduardo Rocha Souza, responsável por acompanhar o processo de revisão e proposição ao PDP.
Os encontros são organizados pelo Governo Municipal, por meio da secretaria de Planejamento e Via Urbi. O advogado Marcelo Leão explicou que “as oficinas de leitura comunitária sevem para monitoramento. O que a comunidade elenca de problemas; potencialidades; a noção de cidade que gostariam de ter, entre outros itens. Já os delegados terão o dever de promover o diálogo; ser a voz da comunidade que representa; repassar as informações…”.
Para o presidente dos moradores de Vila São José, José Luiz Pacheco, as reuniões são de suma importância, visto que “nos encontros a comunidade expõe o que sente; o que necessita”.
Colaboração: Imprensa PMI

















