O esporte brasileiro perdeu nesta sexta-feira (17) um de seus maiores ídolos. Morreu, aos 68 anos, o ex-jogador de basquete Oscar Schmidt, referência histórica da modalidade no país e no cenário internacional.
Apelidado de “Mão Santa”, ele construiu uma carreira marcada por talento, regularidade e números expressivos. Reconhecido como um dos maiores pontuadores da história do basquete, acumulou quase 50 mil pontos ao longo da trajetória, além de se destacar como o maior cestinha da história dos Jogos Olímpicos.
Com a camisa da Seleção Brasileira, protagonizou momentos marcantes, especialmente a histórica vitória sobre os Estados Unidos na final dos Jogos Pan-Americanos de 1987, resultado que se tornou um dos maiores feitos do esporte nacional.
Mesmo sendo alvo de interesse da NBA, Oscar optou por não atuar na liga norte-americana para manter sua participação na seleção brasileira, decisão que reforçou ainda mais sua identificação com o país e com o basquete nacional.
Nos últimos anos, enfrentava problemas de saúde relacionados a um tumor cerebral, diagnosticado há mais de uma década. Apesar das dificuldades, manteve-se presente no cenário esportivo e continuou sendo uma figura admirada dentro e fora das quadras.
Oscar Schmidt deixa familiares, fãs e um legado que atravessa gerações, consolidando seu nome como um dos maiores atletas da história do Brasil.


















