quinta-feira, 14 maio, 2026
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Carros de jogadores são apedrejados após empate com Botafogo

A torcida do Criciúma se revoltou após o empate de 1 a 1 com o Botafogo na noite de sábado, dia 21, no Estádio Heriberto Hülse. Além das vaias ao final da partida, alguns torcedores atiraram pedras nos carros dos jogadores e proferiram xingamentos contra o elenco e a direção do clube. Um dos carros mais atingidos foi o do centroavante Zé Carlos.

A cavalaria da Polícia Militar fez a segurança do local junto a uma equipe terceirizada. A intenção inicial era fazer uma escolta e possibilitar a saída dos jogadores pela rua Constante Casagrande.

Ainda assim, os atletas aguardaram com suas famílias dentro do estádio por mais de uma hora e meia após o jogo até que a confusão de dispersasse.

O superintendente do clube, Lédio D’altoé, foi um dos poucos representantes do clube que apareceu para tentar apaziguar os ânimos.

“Fico muito triste com isso. Têm várias maneiras de protestar, mas não é jogando pedra em ninguém que vamos conseguimos resolver o problema. O Criciúma hoje jogou bem. Ninguém está contente com esse resultado, inclusive o plantel também não está contente. Eu vim do vestiário agora e eles não estão bem. Mas a bola não entra, o que vamos fazer? Jogar pedra? Eu peço para a torcida não fazer isso. Não é por aí que vamos chegar ao resultado positivo”, comentou à Rádio Eldorado, de Criciúma.

A confusão teria aumentado porque, segundo os torcedores,um deles teve a jaqueta confiscada por um dos seguranças. Além de bate-boca com os seguranças, os torcedores tentaram impedir que eles fechassem um dos portões do estádio e acabaram sendo dispersados pela cavalaria da Polícia Militar.

Momentos depois, D’altoé interviu e conversou com alguns torcedores que insistiam pela grade.

 

Colaboração: Kiara Domit/Agência RBS

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