sábado, 25 maio, 2024
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Trabalhadores das indústrias plásticas entregam rol de reivindicações ao sindicato patronal

Vencida a primeira etapa da Campanha Salarial 2024/2025, os mais de 8 mil trabalhadores das indústrias plásticas de Criciúma e Região, representados pelo sindicato da categoria, entregaram nesta quarta-feira (20), ao empresário Reginaldo Cechinel, presidente do sindicato patronal, o rol de reivindicações para renovação da convenção coletiva de trabalho do setor. A data base do segmento é 1º de abril.

 

“A primeira etapa da campanha era levar a proposta da diretoria do Sindicato das principais cláusulas da convenção coletiva de trabalho e ouvir dos trabalhadores sugestões para outros pontos e esta tarefa foi executada em assembleias entre os dias 11 e 19 deste mês”, ressalta o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região, Carlos de Cordes, o Dé.

 

Além de pontos indicados pela diretoria, como recomposição dos salários com ganhos reais em 100% do índice de inflação medida pelo INPC nos salários, no piso salarial e no Programa de Lucros e Resultados (PLR), uma das propostas ouvidas da categoria, por exemplo, foi o pagamento do PLR em parcela única, e outra sobre a situação de mães trabalhadoras no acompanhamento de filhos ao médico, destaca De Cordes.

 

A entrega do rol de reivindicações ao representante da classe patronal das indústrias plásticas de Criciúma e região, ocorreu na sala de reuniões do sindicato dos trabalhadores, quando aspectos gerais da relação capital/trabalho foram debatidas. Ficou consensuado que trabalhadores e patrões redobrarão esforços para que o acordo ocorra dentro da data base.

 

“Esperamos que o mês de abril seja suficiente para chegarmos ao consenso com os representantes patronais para que os trabalhadores recebam em maio os novos salários, que precisam ser melhorados em muito para atrair a massa trabalhadora para o chão de fábrica das indústrias, o que não vem ocorrendo, pois há vagas sobrando em, praticamente, todas as empresas do setor”, finalizou Carlos de Cordes.

 

 

Colaboração: Gilvan de França 

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