Içarense com Down é exemplo de superação

“Gosto de fazer um pouco de tudo, tanto em casa, como na escola. Sempre gostei de fazer as coisas”. Esse é um comentário de Francine Viana, de 21 anos, jovem com síndrome de Down, mas que comprova diariamente, assim como várias outras pessoas, que o distúrbio genético não impede de ter uma vida normal e realizar sonhos. Ela atualmente é estudante na escola especial Sonho Dourado, em Içara.

A estudante conta que um dos seus maiores prazeres é cantar, mesmo sem ter alguém da família que a tenha influenciado. “Em casa eu vivo cantando. Sempre gostei de cantar. Ouvia e começava a cantar, na rede, na frente do computador, em todo lugar. Era ouvir música, eu já começava a cantar”, diz Francine. Ela explica que gosta dos mais variados estilos musicais, entre eles sertanejo e funk. “Gosto muito do Luan Santana”, exalta a jovem.

Conforme os profissionais da Apae, Francine é uma aluna dedicada e extrovertida. “Gosto muito de me apresentar para os colegas”, ressalta a estudante. Ela concluiu o ensino médio na escola Salete Scotti dos Santos, em Içara, e chegou a iniciar o curso de Artes Visuais na Unesc, em Criciúma, mas acabou parando pela não adaptação com o curso. Agora, retornou para a Apae, onde faz parte de uma turma que está sendo preparada para o mercado de trabalho.

As pessoas com a síndrome estão sendo lembradas de forma especial nesta semana por ocasião do Dia Internacional da Síndrome de Down. A data promove reflexões sobre os direitos dessas pessoas e sua inclusão na sociedade.

 

Especial Jornal Gazeta

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