Gás de cozinha pode sofrer aumento de até 20%

Se existe um item comum nas residências brasileiras, este é o gás de cozinha, que se tornou algo imprescindível. Daí o grande impacto que deve causar o reajuste previsto para os próximos dias. Um comunicado oficial já foi repassado pela Associação Brasileira de Revendedores de GLP (Asmirg) e o aumento no valor final do produto pode chegar a 20%.

“É um acréscimo realmente muito grande. Hoje a média do valor do botijão gás (de 13 quilos) na região é de R$ 55 e, portanto, a tendência é que possa ficar até R$ 10 mais caro. Como revendendores, nós somos obrigados a repassar este aumento, já que o produto chega a nós com este valor. Infelizmente, quem mais sente é o consumidor final, porém é um aumento já decretado”, assinala o presidente do Sindicato dos Revendedores do Estado de Santa Catarina (Sirgás), Fernando Bandeira.

Quanto à data para que aconteça o aumento, Bandeira, no entanto, salienta que ainda não está definida, porém a tendência é que o reajuste ocorra no início de setembro. “Ainda estamos aguardando a confirmação, já que apenas recebemos o anúncio que acontecerá o aumento. Mas pelo que estamos acostumados, deve ser ainda na primeira semana de setembro. Não deve passar muito disso. Mas por enquanto, ainda não tem data confirmada”, aponta o presidente do sindicato.

De acordo com ele, há dois motivos para a elevação do preço do produto. “Um fato é uma determinação da própria Petrobras, que segundo informado por eles, houve uma consideração da atual cotação internacional do GLP (gás liquefeito de petróleo, o gás de cozinha), que teve aumento de 15%. Outro fato então é o dissídio da categoria, que ocorre todo mês de setembro e ficará em torno de 5%”, declara.

 

Especial Jornal Gazeta 

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