O oceano Pacífico soma 1,8 °C de anomalia térmica e caminha para confirmar, segundo a agência norte-americana NOAA, um El Niño muito forte. A intensidade não é sinônimo de mais eventos extremos, mas exige atenção. Por isso, a Defesa Civil de Santa Catarina mantém o acompanhamento contínuo da evolução do fenômeno e os possíveis impactos no estado.
O monitoramento do fenômeno é feito em quatro regiões do Pacífico Equatorial, chamadas de Niño 1+2, Niño 3, Niño 3.4 e Niño 4. É na área 3.4 que os cientistas concentram a observação para classificar a intensidade. Considera-se a formação do El Niño quando a temperatura da superfície do mar nessa região fica pelo menos 0,5°C acima da média climatológica por vários meses seguidos.
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