segunda-feira, 30 março, 2026
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Colostomia: o procedimento que atinge o presidenciável Jair Bolsonaro

São desvios de órgãos ocos para o exterior, podendo ser permanentes ou provisórios, geralmente com intuito protetor, paliativo ou nutricional. No caso de ser o intestino grosso chamado cólon, então colostomia. Se for parte final do intestino delgado chamado íleo, então ileostomia. Existem diversas outras nomenclaturas como gastrostomia, jejunostomia, esofagostomia, ureterostomia etc.

Especificamente em casos como colostomia ou ileostomia (onde deriva-se o intestino pela pele) houve a necessidade de cirurgia, na maioria das vezes urgencial, ocorrido por inúmeras causas.

As mais comuns são inflamações intestinais com ou sem perfurações. Corriqueiramente devido diverticulite, obstrução intestinal por tumor, torção intestinal (volvo), trauma penetrante por arma de fogo ou branca etc.

O motivo geralmente é que a inflamação é tão importante, que dificilmente a “costura” no intestino cicatriza, levando risco de vazar conteúdo rico em bactérias para dentro do abdome, sob risco de vida por infecção generalizada.

Ficarei a vida toda com esta ”bolsinha”?
Depende. Precisamos sempre estudar a causa que levou a cirurgia e se o paciente está curado daquele problema. Além do mais existe um estudo no qual analisamos o tamanho do intestino restante.

Em quanto tempo posso re-operar?
Não existe uma regra, varia também de doença para doença. Em média aconselhamos 3 meses a 1 ano, mas claro, dependendo da cura da doença inicial.

Tenho que fazer nova cirurgia?
Sim. Normalmente sendo de maneira aberta, podendo ser por videolaparoscopia baseado em cada caso.

 

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