Curso de Direito da Esucri promove júri simulado sobre homicídio


A atividade utilizou casos ficcionais; ação durou mais de 2h30 

Os acadêmicos da 5ª e 6ª fase do Curso de Direito das Faculdades Esucri, realizaram mais um julgamento simulado. A atividade utilizou casos ficcionais para que os alunos construíssem ideias e argumentos em forma de defesa e acusação sobre um crime de homicídio. 

“A atividade envolveu a turma da 6ª fase de estágio I na figura de acusação e defesa e os estudantes da 5ª fase da disciplina Processo Penal II compondo corpo de jurados. O objetivo foi proporcionar uma experiência prática com simulação de um julgamento real, proporcionando o desenvolvimento da oratória, trabalho de equipe, conhecimento estratégico e organizacional”, explica a professora Aline Marques. 

Conforme a professora, a atividade envolveu uma simulação de um júri popular, esse refere-se a forma de julgar crimes dolosos contra a vida, como por exemplo, o caso de homicídio. “O grande diferencial desse procedimento é que o julgamento é feito por pessoas do povo, portanto não cabe ao juiz de direito. No caso que simulamos, a turma de estágio I recebeu fragmentos de um processo real que analisou um crime de homicídio qualificado, sendo assegurado o sigilo de informações das partes. Assim, a turma precisou analisar o processo e organizar suas estratégias, sendo dividida entre acusação e defesa, portanto representando Ministério Público e advocacia, além das vítimas, réus e testemunhas do caso. Já a turma de Processo Penal II compôs a lista de pessoas que representaram a sociedade, sendo sorteado sete nomes para compor o chamado corpo de jurados. Além disso, a atividade foi aberta para que familiares, amigos e outros estudantes pudessem assistir. Foram mais de 2h30 de atividade”, comenta Aline. 

A atividade foi realizada no Fórum de Criciúma. “Um grande diferencial da atividade é que ela foi realizada nas dependências do Fórum, sendo uma forma de proporcionar um ambiente jurídico e real às turmas. Nesse sentido, é preciso agradecer ao poder judiciário da comarca de Criciúma pelo pronto atendimento do pedido de empréstimo do salão do júri, com um ótimo atendimento dos servidores e magistrado diretor do fórum”, ressaltou a professora.

O coordenador do curso de Direito, professor Francisco Pizzette, destaca a importância de utilizar as metodologias ativas nas aulas “É imprescindível que os alunos se envolvam em atividades simuladas, pois determinadas competências e habilidades exigem estímulos que vão além da tradicional aula expositiva”, pontuou o professor.

Colaboração: Rafaela Custódio/Traquejo Comunicação – Fotos: Divulgação

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