sexta-feira, 6 março, 2026
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Rede Feminina de Içara fará parte de mobilização pelo enfrentamento à violência contra a mulher

Conhecida pelo trabalho histórico de acolhimento e prevenção na área da saúde, a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Içara dará um passo além no próximo sábado, 7 de março. A entidade fará parte de uma mobilização pública voltada à conscientização e enfrentamento da violência contra a mulher, que ocorrerá na Praça Matriz São Donato, às 9h.

O ato de orientação, conscientização e fortalecimento da rede de apoio às mulheres é encabeçado também pelo do Sindicato dos Servidores Públicos (Sindiserp), da Associação Amigas do Peito (AMPI) e do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Içara, ampliando a articulação institucional em torno do tema.

“Ao longo dos anos, a Rede Feminina construiu sua trajetória no acolhimento, na prevenção e no apoio às mulheres. Agora, a mobilização reforça que o cuidado vai além da saúde física, envolve também proteção, dignidade e segurança”, colocou a presidente Andréa Cristina Pavei Soares.

Segundo ela, a escolha do 8 de março como data da ação reforça o posicionamento de que o Dia Internacional da Mulher deve ser também um momento de reflexão social e enfrentamento às desigualdades que ainda impactam a vida feminina.

 

Números em Santa Catarina

Os dados em Santa Catarina demonstram a urgência do debate. De acordo com o TJSC e SSP/SC, em 2025 foram registradas 76.254 ocorrências de violência, requeridas 31.655 medidas protetivas e aconteceram 52 feminicídios. Somente em janeiro deste ano, foram registradas 6.983 denúncias, 3.223 medidas protetivas e já são 5 feminicídios.

 

Orientação e mobilização

 

Durante a ação em Içara, serão distribuídos materiais informativos e realizadas abordagens educativas com foco em:

-Explicação sobre os diferentes tipos de violência (física, psicológica, moral, patrimonial e sexual);

-Divulgação dos canais oficiais de denúncia;

-Orientações sobre como buscar apoio;

-Incentivo ao rompimento do ciclo da violência.

 

Compromisso coletivo

A mobilização reforça que o enfrentamento à violência contra a mulher exige união permanente entre instituições e comunidade.

“Cuidar da mulher é cuidar de todas as dimensões da sua vida. Falar sobre violência é proteger vidas”, finalizou Andrea Cristina.

 

Colaboração: Mariéli Salvador

Clippa Comunicação 

 

 

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