Por que Outubro Rosa?
Esta campanha ganhou visibilidade e relevância igualmente consideráveis na conscientização contra o câncer de mama. Várias instituições se organizam para trabalhar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce da doença. A finalidade é reduzir a mortalidade e aumentar as chances de cura.
O câncer de mama é uma das doenças oncológicas mais frequente na população feminina, porém, apresenta elevadas taxas de sobrevivência, principalmente se o diagnóstico for precoce. Lembramos que este tipo de câncer é assintomático, e as mulheres precisam estar atentas, realizando os exames periodicamente.
A palpação é uma maneira de perceber se há algo errado com a mama e pode ser realizada em casa, pela mulher, em frente ao espelho ou durante o banho. Segue exemplo de como fazer:
1. Levante o braço esquerdo, colocando a mão para trás da cabeça;
2. Com a mão direita, apalpe cuidadosamente a mama esquerda, fazendo movimentos circulares, convergentes para o mamilo, para cima e para baixo;
3. Pressione o mamilo suavemente;
4. Repita o processo na mama direita;
5. A palpação deve ser feita com os dedos das mãos juntos e esticados, com movimentos circulares e de cima para baixo em toda a mama, indo em direção às axilas. Depois, é indicado pressionar o mamilo para conferir se não sai nenhuma secreção.
O QUE FAZER CASO HAJA CONFIRMAÇÃO DO DIAGNÓSTICO DE CÂNCER DE MAMA?
É importante disponibilizar desde o início acompanhamento psicológico, com ferramentas para as dificuldades que irão emergir durante o tratamento. O foco da intervenção psicológica é ajustar cognitivamente esta mulher, para que a mesma compreenda seus pensamentos e emoções, assim adotando um enfrentamento eficaz com relação ao seu diagnóstico.
A Terapia Cognitivo-Comportamental, por exemplo, trabalha na redução dos sintomas de estresse, ansiedade e depressão, potencializa a participação da mulher no seu processo de tratamento, auxilia na promoção de ajustamento psicossocial com relação ao câncer, melhora a comunicação entre a mulher e os membros de sua rede social, incentiva à expressão de emoções e sentimentos, incluindo os negativos (medo, desesperança, raiva, tristeza,…), para que o processo de reestruturação aconteça, respeitando os limites de cada mulher.
Estas intervenções podem ocorrer no contexto hospitalar ou não, de maneira individual ou em grupos. Nos grupos ocorre uma valorização importante com relação ao compartilhamento de informações entre as participantes. O objetivo é partilhar formas de enfrentamento, conhecer a história de uma outra pessoa, se identificar, acolher, ser empática… Isso as mantém motivadas no processo de tratamento e recuperação.
VALORIZE SUA VIDA. FAÇA O AUTOEXAME NAS MAMAS!!
Aline Castagnetti Borges
Psicóloga Clínica CRP-SC 12/14464
Atendimentos em Criciúma e Araranguá. Telefone para contato (48) 9.9944.3533.


















