Além das pavimentações em curso e dos serviços previstos em comunidades como Vila Nova, Aurora, Presidente Vargas, Nossa Senhora de Fátima e na área central, a Administração Municipal de Içara prepara um novo pacote de obras.
Segundo o prefeito Murialdo Gastaldon, os recursos estão sendo buscados através de financiamento junto à Caixa Econômica Federal. O investimento previsto é de R$ 14 milhões. “Estamos com esse projeto na Caixa desde o ano passado, porque eles são muito detalhistas, mas a expectativa é de até novembro ter a liberação. Esperamos ter a contratação ainda este ano”, afirma Gastaldon.
Ele informa que os recursos vão permitir pavimentar mais 80 ruas. “Se conseguirmos viabilizar, teremos perto de 100% dos bairros pavimentados. Chegaremos ao final do mandato (em dezembro de 2020), com praticamente 350 ruas pavimentadas. Em oito anos de governo, são mais de 40 ruas de pavimentação por ano”, aponta. Assim que houver a sinalização positiva por parte do banco, o projeto será enviado para análise da Câmara Municipal.
Conforme Gastaldon, dos serviços já com projeto pronto, a revitalização da área central tem a licitação prestes a ser lançada. O contrato de financiamento junto à Caixa, na ordem de R$ 2,5 milhões já foi assinado e agora os técnicos da prefeitura preparam o edital do processo licitatório. As ruas já asfaltadas receberão nova capa asfáltica e o projeto também prevê o asfaltamento de outras vias, assim como melhorias em praças e na arborização e a construção de um canal auxiliar para evitar alagamentos.
No momento, o município também tem em andamento a pavimentação do acesso à Terceira Linha, onde a empresa colocou a capa asfáltica na última semana e, para a conclusão, faltam apenas serviços complementares e a sinalização. “Para este ano, a meta colocada foi terminar esta estrada. No ano que vem, a ampliação da escola São Rafael, que contempla também Poço Oito, Poço Três, Vila São José, toda aquela região. Vai mais do que dobrar o tamanho da escola atual, tanto que se faz necessária a compra de um terreno, porque a quadra coberta tem um espaço que fica atualmente na frente da escola e, fazendo a quadra ali, ficaria muito perto da capela mortuária”, justifica o chefe do Executivo.
Especial Jornal Gazeta

















