sexta-feira, 6 fevereiro, 2026
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Embalagens plásticas: aliadas invisíveis na segurança alimentar

Foto: Expressio Comunicação

A embalagem é um componente estratégico da cadeia de abastecimento alimentar. Muito além da função estética ou de marketing, sua principal responsabilidade é proteger o alimento contra agentes externos que comprometam sua segurança e qualidade, como umidade, oxigênio, bactérias e outros contaminantes. A perda de eficácia nesse papel pode ter consequências diretas sobre a saúde pública, a sustentabilidade e o desperdício global de alimentos.

Segundo relatório de 2024 da Food and Agriculture Organization (FAO), cerca de 13,2% dos alimentos produzidos globalmente se perdem ao longo da cadeia de suprimentos, por exemplo, nas fases de produção, armazenamento, embalagem e transporte. Esses dados mostram que, globalmente, uma parcela significativa da produção de alimentos se perde ou é desperdiçada antes mesmo de chegar ao consumidor final. Em muitos casos, as causas estão associadas a falhas de conservação, exposição a contaminantes, manuseio inadequado, ou transporte e armazenamento ineficientes.

Dentro deste contexto, embalagens plásticas de qualidade, desenvolvidas com rigor técnico, controle de contaminação, certificações reconhecidas e boas práticas de manufatura, assumem um papel essencial para preservar a integridade dos alimentos e reduzir perdas ao longo da cadeia.

Comprovação nas certificações

Um exemplo de indústria que tem se destacado nesse cenário é a catarinense Chromoplast Embalagens Plásticas. Com atuação em segmentos como alimentos, suplementos, higiene e pet care, a empresa conta com processos rigorosos para garantir a segurança dos produtos que embala. Certificada com a ISO 9001, a companhia também adotou, no final de 2025, o sistema APPCC (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle), que identifica, avalia e controla potenciais riscos, sejam eles químicos, físicos ou biológicos, em todas as etapas da produção.

“Para comercializar qualquer item com a Chromoplast é preciso seguir nossos altos critérios de qualidade. A partir daí, começam a valer todos os nossos processos e boas práticas de fabricação”, destaca o coordenador de Pesquisa e Desenvolvimento da indústria, Moisés Silveira.

Em 2025, a empresa também iniciou o processo para obter a certificação internacional FSSC 22000, reconhecida pela GFSI (Global Food Safety Initiative), que atesta boas práticas em segurança de alimentos.

Bons exemplos na prática

Outro aspecto importante é a gestão de higiene na linha produtiva. Barreiras sanitárias, procedimentos padronizados de vestimenta, controle de acesso e inspeções frequentes integram uma cultura de segurança que vai além da legislação. “São várias ações que minimizam qualquer possibilidade de contaminação na embalagem. No fim, nosso objetivo é entregá-la fechada e assegurar que nenhum agente externo entre em contato com o produto protegido”, reforça Silveira.

Ao adotar um modelo industrial centrado na excelência, empresas como a Chromoplast demonstram que a segurança alimentar começa antes mesmo do alimento ser empacotado. Nesse sentido, investir em tecnologia, certificações e processos de qualidade torna-se não apenas uma escolha estratégica, mas uma contribuição direta para reduzir o desperdício de alimentos, proteger o consumidor e fortalecer a confiança na cadeia produtiva.

“Estamos nos preparando e evoluindo a cada ano que passa, sempre com o objetivo de fornecer embalagens extremamente seguras e com a melhor proteção para os nossos clientes”, afirma a coordenadora do Setor de Qualidade da Chromplast, Adriana Sgarioni.

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